Financiamento · 14 de agosto de 2026 · 4 min de leitura
Selic cai para 14%: o que a queda dos juros muda pra quem vai financiar um imóvel
No dia 5 de agosto de 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros para 14% ao ano. Foi a quarta redução seguida do ano — o ciclo começou em março, quando a Selic saiu dos 15% (patamar mantido desde junho de 2025) para 14,75%, e vem caindo desde então.
Pra quem não acompanha economia de perto, o efeito prático é simples: a Selic é a base sobre a qual os bancos calculam os juros do financiamento imobiliário. Quando ela cai, o crédito tende a ficar mais barato — não da noite pro dia, mas de forma gradual, conforme os bancos repassam a queda pras suas próprias taxas.
Isso é especialmente relevante pra quem está comprando na planta. O financiamento bancário de um imóvel em construção normalmente só começa a ser pago (ou simulado com a taxa vigente) mais perto da entrega — ou seja, quem compra agora e financia daqui a um ou dois anos pode pegar uma taxa mais baixa do que quem financiou no auge da Selic a 15%.
O comunicado do Copom não deixou claro qual será o próximo passo, então não dá pra garantir que a queda vai continuar no mesmo ritmo. Mas o movimento dos últimos meses — quatro cortes seguidos — sinaliza uma tendência de juros mais baixos no médio prazo, o que tende a aquecer ainda mais a demanda por imóveis no país, inclusive em mercados já concorridos como o de Balneário Camboriú e Camboriú.
Se você está no meio de uma decisão de compra, vale simular o financiamento agora e de novo daqui a alguns meses — a diferença de taxa pode impactar bastante o valor final da parcela. E, claro, lembrar que nos empreendimentos da A7N a entrada pode ser parcelada direto com a construtora, o que já reduz a dependência do financiamento bancário logo de cara.
Pronto pra dar o próximo passo?
Fale com a Mel ou um dos nossos consultores e tire suas dúvidas.
Falar no WhatsApp